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Fundo apoia Misericórdia do Vimeiro
O Fundo Rainha D. Leonor, da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, contribuiu para a construção do primeiro lar e centro de dia, na freguesia do Vimeiro.

Com o apoio do Fundo Rainha Dona Leonor (FDRL), criado para apoiar as Misericórdias de todo o país, a Santa Casa da Misericórdia do Vimeiro (SCMV) concluiu, no concelho de Alcobaça, a construção do primeiro lar e centro de dia.

Com capacidade para 19 utentes em lar e 35 em centro de dia, esta obra, no valor de 248.874,47 euros, permite uma resposta digna às necessidades dos idosos da freguesia (cuidados pessoais, alimentação).

A criação destas duas respostas é uma ambição antiga da SCMV dado o envelhecimento, o empobrecimento dos idosos com baixas pensões, o isolamento social e redes de suporte pouco funcionais.

A inauguração foi este domingo, 19 de março, e contou com as presenças de D. José Traquina, Bispo Auxiliar de Lisboa, que benzeu as instalações, de Miguel Almeida, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Vimeiro, e de Inez Dentinho, membro do Conselho de Gestão do FRDL.

Estiveram, ainda, presentes Paulo Inácio, presidente da Câmara de Alcobaça, Daniel Subtil, presidente da Junta de Freguesia do Vimeiro e “a aldeia em peso”, para festejar a abertura do primeiro lar e centro de dia da freguesia.

Esta obra permitiu, também, juntar o lar ao centro de dia e ao jardim-de-infância, através de um espaço verde comum, promovendo o envelhecimento ativo e a intergeracionalidade. O projeto visa, igualmente, a criação de uma zona, apenas para doentes portadores de demência.

A Misericórdia do Vimeiro foi criada em 1992, a sua intervenção direciona-se, sobretudo, para as áreas da infância e terceira idade.

O Fundo Rainha D. Leonor foi criado em abril de 2014, por iniciativa do provedor da Misericórdia de Lisboa, Pedro Santana Lopes, e do presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel de Lemos, através de um acordo de parceria, para combater a pobreza e a exclusão social.

Em janeiro, de 2017, o Fundo entrou num novo ciclo, que favorece projetos que promovam a inovação social, o envelhecimento ativo e a intergeracionalidade. Há, ainda, uma percentagem fixa (25%) para candidaturas de reabilitação do Património.

As novas regras do FDRL podem ser consultadas em www.fundorainhadonaleonor.com/regulamento. As candidaturas terminam a 31 de março.


20 de março de 2017

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