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Mensagem do Provedor
Conheça aqui a mensagem que o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, enviou aos colaboradores da instituição, para assinalar o início das suas funções.

Ao assumir as funções de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, quero dirigir as minhas primeiras palavras a todas e a todos quantos aqui dedicam o melhor das suas energias e do seu profissionalismo às causas da solidariedade e do compromisso com quem precisa.

Essa é a razão de ser da Santa Casa e que não poderemos esquecer, em circunstância alguma.

Entramos num tempo novo mas que é também de continuidade: prosseguir a obra que tem vindo a ser realizada, aprofundando-a, levando-a mais longe, sem nunca perder de vista a essência do que nos responsabiliza a todos.

Aí, na procura e defesa do bem comum, da partilha, do respeito, do primado dos direitos, estará a prioridade que darei ao meu trabalho e que, estou certo, a Mesa no seu conjunto assumirá de forma plena, para os cidadãos da cidade de Lisboa, como para todos quantos trabalham na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

O testemunho que recebo e que me cabe honrar, em todas as suas dimensões, traz consigo uma imensa responsabilidade, à qual quero juntar muita ambição.

Fazermos sempre mais e melhor, dando cumprimento ao compromisso centenário que assumimos como legado, mas inovando, percorrendo caminhos novos, que nos permitam afirmar na prática de cada dia que o que nos move é o interesse daqueles a quem temos por missão servir e apoiar.

É esta convicção de serviço que quero afirmar. A Misericórdia, parafraseando o Papa Francisco, tem que ser a "ação primeira". Nunca a consequência da intervenção, mas sempre o que nos orienta e nos guia. À SCML cabe ser a primeira intérprete deste princípio.

Desafios e obstáculos seguramente que enfrentaremos. Internos e externos. Mas é reconhecendo-os e superando-os que seremos melhores, colocando sempre acima de tudo o interesse maior desta Casa.

Contem com todo o meu empenho e dedicação para levar a bom termo esta missão. Contem com toda a proximidade e abertura, que em nenhuma circunstância devem confundir-se com menos convicção ou hesitação.

A responsabilidade que temos é imensa. É nossa obrigação assumi-la, dar-lhe sentido e torná-la realidade. É este também o meu compromisso.

14 de novembro de 2017

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