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A arte de bem envelhecer

Na data em que se assinala o Dia Internacional do Idoso, seis personalidades foram distinguidas pelo Prémio Envelhecimento Ativo Dr.ª Maria Raquel Ribeiro.

A cerimónia de entrega dos Prémios Envelhecimento Ativo Dr.ª Maria Raquel Ribeiro decorreu esta quinta-feira, 1 de outubro, no Espaço Santa Casa, e contou com as presenças de Rita Valadas, administradora da Ação Social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Paulo Macedo, ministro da Saúde; Vítor Feytor Pinto, presidente da Assembleia Geral da Associação Portuguesa de Psicogerontologia (APP); Maria Raquel Ribeiro, presidente do Júri desta distinção; Paula Guimarães, da Fundação Montepio e Maria João Quintela, presidente da APP.

Instituído pela Associação Portuguesa de Psicogerontologia, e contando com o apoio da Misericórdia de Lisboa e da Fundação Montepio Geral, a quarta edição escolheu seis personalidades que desenvolvem atividade profissional ou cívica relevante, em diversas categorias interventivas, e que continuam a influenciar de modo construtivo a sociedade portuguesa.

A edição de 2015 do Prémio Envelhecimento Ativo Dr.ª Maria Raquel Ribeiro distinguiu Cesaltina dos Santos Lopes Camilo (Intervenção Social); Glória de Matos (Arte e Espetáculo); Levi Ribeiro Guerra (Ciência e Investigação); Pedro António Pestana de Vasconcelos (Política e Cidadania), antigo Provedor da SCML; Maria Luiza de Sousa Gomes Pedro (Ética e Saúde) e Vicente Borges de Sousa (Família e Comunidade).

Na sua intervenção, a administradora da Ação Social, Rita Valadas confessou que gostaria de saber envelhecer como os galardoados. Frisou, também, que o grande desafio da Santa Casa é “como fazer com o exemplo de quem faz de outra maneira”, como ser capaz de “apoiar um envelhecimento ativo e diferente” e de dar respostas para os idosos que “rasguem”, que demonstrem a “coragem” dos “exemplos” dos premiados.

Por sua vez, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, salientou o enorme “gosto” que tinha em ter presenciado, até à data, três edições, assim como as características que reconhecia em todos os premiados “serem senadores, santos no saber, consistentes nas suas ações e merecerem ser ouvidos”. Frisou também a importância de conseguir mais qualidade de vida para os mais velhos, já que tendência da esperança média de vida tem sido a de aumentar nos últimos anos.

Apoiado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e pela Fundação Montepio e instituído pela Associação Portuguesa de Psicogerontologia (APP), este prémio, que vai já na sua quarta edição, distingue a vida ativa e a participação social de pessoas com idade igual ou superior a 80 anos, que desenvolvam atividade profissional ou cívica relevante.

1 de outubro de 2015