Reportagem da Semana
Prémios Santa Casa Neurociências: esperança para todos
Uma equipa do Instituto de Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, está a desenvolver um estudo sobre a Doença de Alzheimer, onde testa um fármaco e um novo biomarcador.

Este trabalho é financiado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), através dos Prémios Santa Casa Neurociências.

Em novembro de 2017, na 5.ª edição dos Prémios Santa Casa Neurociências, a Santa Casa atribuiu o Prémio Mantero Belard, no montante de 200 mil euros, à equipa de Maria José Diógenes, do Instituto de Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Apesar de não haver, atualmente, cura para a Doença de Alzheimer, a investigadora Maria José Diógenes, com a sua equipa, está a aprofundar o conhecimento sobre a Doença de Alzheimer, a testar um fármaco inovador e a investigar um novo biomarcador para esta doença neurodegenerativa.

Os Prémios Santa Casa Neurociências foram criados em 2013, e representam um investimento anual de 400 mil euros na área da investigação científica e neurociências, repartidos em dois prémios. O Prémio Melo e Castro, no valor de 200 mil euros, destina-se à recuperação e tratamento de lesões vertebromedulares. Relativamente ao Prémio Mantero Belard, também no valor de 200 mil euros, distingue o tratamento de doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento, de que são exemplos o Parkinson e o Alzheimer.


11 de maio de 2018
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