Prémio Jornalismo Jovem Renascença / Santa Casa: candidaturas estão abertas

Jovens jornalistas até aos 35 anos podem candidatar-se ao prémio promovido pelas duas entidades. Trabalhos devem ter como mote os problemas, desafios e oportunidades das novas gerações.

Jornalistas até aos 35 anos já podem submeter, até 12 de outubro de 2022, trabalhos que incidam sobre os problemas e as perspetivas de futuro que se colocam às gerações mais novas. O Prémio Jornalismo Jovem Renascença / Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que tem como pano de fundo as Jornadas Mundiais da Juventude em 2023, é uma iniciativa da instituição e da Renascença, que se uniram para colocar a sociedade a refletir sobre os problemas da juventude. Além do lançamento do Grande Prémio do Jornalismo Jovem, a parceria prevê também a realização de uma grande conferência dedicada à temática.

Os trabalhos a concurso têm que ter sido publicados entre 1 de setembro de 2021 e 30 setembro de 2022. O prémio tem quatro categorias a concurso e na sua totalidade um valor de 8.500 euros: Prémio Rádio, no valor de 2.500 euros; Prémio Multimédia, no valor de 2.500 euros; Grande Prémio Jornalismo Jovem Renascença / Santa Casa da Misericórdia de Lisboa com o valor de 1.000 euros; Grande Prémio Renascença – no valor de 2.500 euros (dedicado apenas a jornalistas da Renascença).

Recorde-se que o Prémio Jornalismo Jovem foi anunciado no programa da manhã da Renascença, “As três da Manhã”, que teve como convidados o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, e o Presidente do Conselho de Gerência do Grupo Renascença Multimédia e Bispo Auxiliar de Lisboa, D. Américo Aguiar.

Na altura, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa sublinhou a importância de reconhecer o trabalho dos jornalistas mais novos: “Aceitámos de imediato este projeto de premiar trabalhos de jornalistas jovens, pois sabemos das dificuldades em que muitas vezes exercem a sua profissão, porque é conhecida a forma como hoje a pressão é imensa. Este é um contributo modesto que queremos dar”, explicou Edmundo Martinho.

Já D. Américo Aguiar referiu os momentos difíceis vividos por muitos jovens “nestes últimos dois anos”. “Há jovens que não deixaram de viver apenas em situações de limite, seja pela questão económica passada, seja pela pandemia que vivemos. Eu acredito que muitos jovens têm tido dificuldades em permitir-se sonhar.”

 

 

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